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Como denunciar uma Violência Obstétrica?

Eu costumo dividir as mulheres brasileiras em dois grupos: as que já entenderam que foram vitimas de violência obstétrica e as que ainda não descobriram.

Se você está no primeiro grupo, gostaria de me solidarizar a sua dor, eu também fui vítima da violência obstétrica, eu sei como você se sente. Não existe maior ou menor violência, todas elas são atos que não deveriam ocorrer. E isso é o quanto basta!

Ao se perceber vítima da violência obstétrica, precisamos entender em que momento você está.

Se ainda estiver no hospital: peça para ver seu prontuário médico, conforme é seu direito pelo artigo 88 do Código de ética médica. Ao ver seu prontuário, tire fotos ou filme as folhas. Lembre-se: o prontuário é seu. Peça para anotarem se algo estiver errado. Ex.: se estiver dizendo que seu acompanhante acompanhou o parto e isso não aconteceu, peça para retificarem o prontuário médico. Após a alta, peça cópia do prontuário médico. Se eles alterarem, você tem as fotos anteriores para rebater as alterações.

Quando estiver com seu prontuário médico, começam as denúncias nos órgãos devidos:

  1. Ouvidoria do SUS;

  2. Ouvidoria do Hospital;

  3. ANS;

  4. Defensoria Pública;

  5. Ministério Público;

Estes são alguns dos lugares que podemos denunciar. Além desses, os Conselhos de classe dos agressores, como no CRM em caso de médicos e Coren em caso de enfermagem.

O caminho correto irá depender de onde ocorreu a violência e de quem a praticou.



Esse texto faz parte da Campanha #naLutaporGestar que tem o objetivo de combater a Violência Obstétrica através da informação.


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