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Existe violência obstétrica fora do Brasil?

Você sabia que no Canadá os partos acontecem em casa (por parteiras), no hospital ou em casas de partos (para algumas províncias)?


A violência obstétrica por lá é mais vista dentro dos hospitais (1 entre 5 mulheres), onde conseguimos reportar através de protocolos, medicalização e instrumentais, inúmeros profissionais, tempo de cada paciente em um leito e etc. Os partos que são domiciliares ou em casas de parto com parteiras vemos em menor quantidade.


As reclamações das mulheres no Canadá envolvem: histórias de discriminação, incluindo jovens adultas e adolescentes, que foram submetidas a crueldade, desdém e abuso verbal por sua idade e capacidade percebida de paternidade de profissionais de saúde durante o parto e atendimento. Outras relataram ter sido ameaçadas, pública ou implicitamente, com a participação no atendimento ao pós parto e cuidados com o bebê se não seguissem as ordens de seu médico.


Mas é difícil de identificar a violência quando percebemos que a maioria dos profissionais tem uma cultura e tom de voz diferentes. O toque (vaginal ou corporal) no parto não acontece de forma corriqueira como no Brasil.


É mais complexo de identificar e o país não tem um sistema para rastreio: a violência obstétrica não é reconhecida como um conceito, bem como não é amplamente conhecida, como no Brasil.


Dessa forma, a violência no exterior existe, mas a mulher tem seus direitos e autonomia minimizados e essa violência não pode ser denunciada ou mesmo criminalizada.



Esse texto faz parte da Campanha #naLutaporGestar que tem o objetivo de combater a Violência Obstétrica através da informação.


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