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O que é Inteligência Emocional e porquê ela é importante para a educação de seu filho.

Atualizado: 30 de mar. de 2022

por @psico.marimiguel

Imagem extraída de pexels.com

“Resiliência, empatia, fluência de ideias, relação interpessoal. Cada vez mais, habilidades assim se destacam como diferenciais para o mercado de trabalho. Em pouco tempo, inclusive, essas virtudes deverão compor o rol de exigências básicas em processos de seleção de pessoas. E há muitos motivos para isso. Enquanto o mundo se adapta à Quarta Revolução Industrial, a inteligência artificial e a robótica avançam a patamares nunca vistos. Com isso, competências eminentemente técnicas passam a competir diretamente com as chamadas competências emocionais”. (https://cesu.cps.sp.gov.br)


"A capacidade de expressar emoções e construir relacionamentos está diretamente ligada à inteligência emocional – conceito popularizado pelo psicólogo americano Daniel Goleman, autor de best-sellers como Inteligência Emocional – A teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. Para ele, a sobrevivência e o crescimento de um projeto – seja ele profissional, acadêmico ou pessoal – não dependem apenas de conhecimentos técnicos, mas do modo como se lida com pessoas e emoções".


Portanto, inteligência emocional segundo Daniel Goleman diz respeito “à capacidade de identificar nossos próprios sentimentos e dos outros, de nos motivarmos e gerirmos os impulsos dentro de nós e em nossos relacionamentos”.


A essência da inteligência emocional, então, é entender as emoções e sentimentos e usar isso racionalmente para melhorar nossas relações, seja no âmbito profissional ou pessoal.

Imagine manter a calma e a serenidade ficando livre do desespero quando acontece um problema no trabalho?


Além disso, analisar o ocorrido, pensar estrategicamente e achar uma solução. E, melhor ainda, depois do episódio, conseguir planejar processos que evitem as falhas ocorrerem novamente. Quem não quer ser assim?


A boa notícia é que a inteligência emocional é uma habilidade que pode ser trabalhada e desenvolvida como qualquer outra.

"A infância é considerada o melhor período para começar a ensinar e exercitar a inteligência emocional, uma vez que, o quanto antes forem estimuladas as habilidades que a envolvem, maior a possibilidade de se tornarem respostas naturais às situações e, principalmente, aos desafios.


Profissionais que estudam o desenvolvimento infantil sabem que crianças com inteligência emocional apresentam rendimento escolar avançado, menores níveis de estresse e, ainda, maior capacidade de lidar com os desafios e de estabelecer relações positivas e felizes. Além disso, os benefícios se estendem para a vida adulta, nos âmbitos pessoal, social e profissional.


Desse modo, pode-se dizer que os benefícios não se restringem ao momento em que os indivíduos são crianças, mas valem para toda a vida, já que, em geral, os adultos mais bem-sucedidos, seguros e felizes tiveram uma boa educação das emoções."


Você já parou para pensar que a maneira que você educa seu filho pode favorecer (ou não) o desenvolvimento da inteligência emocional dele?

A educação é mais do que ensinar a dizer “por favor” ou “obrigado” ou a se comportar bem. Educar é ensinar habilidades úteis para a vida e precisa ser pensada à longo prazo. Será que você está ajudando o seu filho a desenvolver as habilidades que ele vai precisar futuramente para a vida acadêmica e profissional?


Gostaria de saber mais sobre isso? Entre em contato comigo e aprenda mais sobre práticas educativas que favorecem o desenvolvimento de habilidades emocionais.




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