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Você pode olhar pra você também, mesmo sendo mãe de um bebê, sabia?

Existe uma construção social de que quando você se torna mãe você tem que ser exclusivamente mãe. Não pode ter mais desejos, sonhos, coisas que quer fazer. Tem que ser só mãe e cuidar exclusivamente do seu filho até sempre.


Quando um bebê nasce, ele dependerá exclusivamente de você porque ele é recém-nascido e depende absolutamente dos cuidados. Quando ele vai crescendo, já vai começando a pegar objetos, os músculos vão se desenvolvendo e ganhando tônus muscular, sentar, a comer papinha, a andar, claro que ele ainda precisa de você, mas ele pode ficar com outras pessoas de sua confiança, seja um parente, amiga, babá ou uma creche, que é sua rede de apoio.


Com isso, você pode, caso queira, voltar a trabalhar, estudar, sair para espairecer, ter um pouco de vida social, resgatar seus hobbies, o que te faz bem e por aí vai.


Então, a notícia que eu quero te dar é que não, você não precisa ser mãe de forma exclusiva. Mãe é mais um papel social que você adquire a partir da gestação, além de tantos outros que você tem como profissional, filha, amiga, esposa, mulher! Quando você se torna mãe, isso não exclui nem precisa excluir os demais papeis sociais que são seus.

Se abrir a seus projetos que serão possíveis, aos desejos e sonhos que podem ser possíveis integrando com o ser mãe, não é abandonar o bebê, é se abrir a si mesma. E não precisa mais ser exclusiva. Você sai da exclusividade de olhar para o bebê e inclui a si mesma.


No processo de inclusão, ninguém fica com 100% da atenção, mas todos ficam com um tanto e ninguém fica sem. Ninguém fica excluído.


Então, se permita se incluir na sua própria vida, lembre sempre de quem é você e se permita ser! Resgate a mulher por trás da mãe. Mulher-mãe feliz, bebê feliz.


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